segunda-feira, 23 de abril de 2012

Os quatro pilares da imprensa livre





O dever de um jornalista em 1939 no manifesto censurado de Camus




RESUMO Em manifesto de 1939 que só veio a ser publicado na semana passada, o escritor francês propõe a discussão sobre liberdade de imprensa em termos individuais e formula os quatro recursos de que o jornalista deve lançar mão para manter-se livre, mesmo sob censura: a lucidez, a recusa, a ironia e a obstinação.


ALBERT CAMUS

tradução PAULO WERNECK


É DIFÍCIL, HOJE em dia, evocar a liberdade de imprensa sem ser tachado de extravagante, acusado de ser Mata Hari, sem se ver convencido de ser sobrinho de Stálin.
No entanto, essa liberdade, entre outras, é só um dos rostos da liberdade pura e simples, e nossa obstinação em defendê-la será compreendida se houver boa vontade para admitir que não há outra maneira de vencer de fato a guerra.

É certo que toda liberdade tem seus limites. É preciso, ainda, que eles sejam reconhecidos. Sobre os obstáculos que hoje são postos à liberdade de pensamento, aliás, já dissemos tudo o que foi possível dizer e diremos novamente, à saciedade, tudo o que nos será possível dizer.

Em particular, uma vez imposto o princípio da censura, jamais nos espantará o bastante ver que a reprodução de textos publicados na França e examinados pelos censores da metrópole seja proibida no "Soir Républicain" [jornal publicado em Argel, do qual Albert Camus era redator-chefe], por exemplo.
O fato de que, a esse respeito, um jornal dependa do humor ou da competência de um homem demonstra melhor do que qualquer outra coisa o grau de inconsciência a que chegamos.

Um dos bons preceitos de uma filosofia digna desse nome é o de jamais se derramar em lamentações inúteis diante de um estado de fato, que não pode mais ser evitado.

A questão na França não é mais a de saber como preservar as liberdades da imprensa. É a de procurar saber como, diante da supressão dessas liberdades, um jornalista pode permanecer livre. O problema não interessa mais à coletividade. Ele diz respeito ao indivíduo.

MEIOS E justamente o que nos agradaria definir aqui são as condições e os meios pelos quais, no próprio seio da guerra e de suas servidões, a liberdade pode ser não somente preservada, mas também manifestada. Esses meios são quatro: a lucidez, a recusa, a ironia e a obstinação.

A lucidez pressupõe a resistência aos movimentos do ódio e ao culto da fatalidade. No mundo de nossa experiência, é certo que tudo pode ser evitado. A própria guerra, que é um fenômeno humano, pode ser a todo momento evitada ou interrompida por meios humanos.

Basta conhecer a história dos últimos anos da política europeia para nos convencermos de que a guerra, seja ela qual for, tem causas óbvias. Essa visão clara das coisas exclui o ódio cego e o desespero que deixa estar.

Um jornalista livre, em 1939, não se desespera e luta pelo que acredita ser verdadeiro como se a sua ação pudesse influenciar o curso dos acontecimentos. Não publica nada que possa incitar ao ódio ou provocar o desespero. Tudo isso está em seu poder.

Em face da maré de besteiras, é preciso igualmente opor algumas recusas. Nenhuma das limitações do mundo leva um espírito um pouco limpo a aceitar ser desonesto. Ora, por menos que conheçamos o mecanismo das informações, é fácil nos assegurarmos da autenticidade de uma notícia.

É a isso que um jornalista livre deve dedicar a sua atenção. Pois, se ele não pode dizer o que pensa, pode não dizer o que não pensa ou o que acredita ser falso. E é assim que se mede um jornal livre: tanto pelo que diz como pelo que não diz. Essa liberdade bem negativa será, de longe, a mais importante de todas, se soubermos mantê-la.

Pois ela prepara o advento da verdadeira liberdade. Em consequência disso, um jornal independente dá a fonte de suas informações, ajuda o público a avaliá-las, repudia as cascatas, suprime as injúrias, compensa, em comentários, a uniformização das informações e, em resumo, serve à verdade na medida humana de suas forças. Essa medida, por mais relativa que seja, lhe permite ao menos recusar aquilo que nenhuma força no mundo pode fazê-lo aceitar: servir à mentira.

Chegamos, assim, à ironia. Podemos estabelecer que, em princípio, um espírito que tem gosto e os meios para impor limitações é impermeável à ironia. Não vemos Hitler, para tomar apenas um exemplo entre outros, utilizar a ironia socrática.

Conclui-se que a ironia permanece como uma arma sem precedentes contra os poderosos demais. Ela completa a recusa na medida em que permite não rejeitar o que é falso, mas muitas vezes dizer o que é verdadeiro. Um jornalista livre, em 1939, não tem muitas ilusões sobre a inteligência daqueles que o oprimem. Ele é pessimista no que diz respeito ao homem.

A cada dez verdades ditas em tom dogmático, nove são censuradas. Essa disposição ilustra com bastante exatidão as possibilidades da inteligência humana.

Ela explica também que jornais franceses como "Le Merle" ou "Le Canard Enchaîné" [jornais satíricos parisienses] possam publicar regularmente os corajosos artigos que conhecemos. Um jornalista livre, em 1939, é portanto necessariamente irônico, ainda que, volta e meia, a contragosto. Mas a verdade e a liberdade são amantes exigentes, pois têm poucos apreciadores.

OBSTINAÇÃO Com essa atitude de espírito brevemente definida, é claro que ela não se poderia sustentar de modo eficaz sem um mínimo de obstinação. Não são poucos os obstáculos à liberdade de expressão. Não são os mais graves deles que poderão desencorajar um espírito. Pois as ameaças, os empastelamentos, as perseguições geralmente obtêm na França o efeito oposto ao que propõem.

É preciso reconhecer, porém, que há obstáculos desencorajadores: a constância na tolice, a covardia organizada, a ininteligência agressiva -e por aí vai. Eis o grande obstáculo sobre o qual é preciso triunfar. A obstinação é aqui uma virtude cardeal. Por um paradoxo curioso, porém óbvio, ela se põe a serviço da objetividade e da tolerância.

Eis, portanto, um conjunto de regras para preservar a liberdade até mesmo dentro da servidão. E depois?, diremos. Depois? Não sejamos tão apressados.

Se cada francês quiser apenas manter em sua esfera tudo o que acredita ser verdadeiro e justo, se quiser ajudar de sua frágil parte a manutenção da liberdade, resistir ao abandono e divulgar sua vontade, então, e somente então, essa guerra estará ganha, no sentido profundo da palavra.

Sim, é muitas vezes a contragosto que um espírito livre deste século faz sentir a sua ironia. O que encontrar de agradável neste mundo inflamado? A virtude do homem, porém, é a de se manter diante de tudo o que o nega.

Ninguém quer recomeçar em 25 anos a dupla experiência de 1914 e de 1939. É preciso, portanto, testar um método ainda novo em folha, que seria a justiça e a generosidade. Mas estas só se exprimem nos corações já livres e nos espíritos ainda clarividentes.

Formar esses corações e esses espíritos, ou melhor, despertá-los, é a tarefa ao mesmo tempo modesta e ambiciosa que se apresenta ao homem independente. É preciso se aferrar a isso sem olhar para mais à frente. A história vai levar em conta ou não esses esforços. Mas eles terão sido feitos.


Se ele [jornalista] não pode dizer o que pensa, pode não dizer o que não pensa ou o que acredita ser falso. E é assim que se mede um jornal livre: tanto pelo que diz como pelo que não diz
Não vemos Hitler, para tomar apenas um exemplo entre outros, utilizar a ironia socrática. Um jornalista livre, em 1939, é portanto necessariamente irônico


Publicado com a gentil cessão de Catherine Camus.

Copyright Símbolo de copyright Jean e Catherine Camus 


domingo, 25 de setembro de 2011

Projeto social atrai jovens para aulas de futebol em Sto.André

Iniciativa promove educação e tira crianças e adolescentes das ruas do bairro de Vila Palmares.



HAMILTON TRINDADE

O bairro de Vila Palmares, em Santo André, conta com uma ação social que alia esporte e convivência entre os jovens. O projeto faz parte de uma emenda do deputado Wanderlei Siraque (PT) junto com Instituto Acqua, conta também com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Santo André. "A iniciativa ajuda tirar as crianças e os adolescentes das ruas, do contato com as drogas  e das más companhias", falou Edímilson Vieira, 31, professor e coordenador do programa no Cesa ( Centro Educacional de Santo André).  
O projeto atende 70 pessoas no local entre crianças e adolescentes e é voltado para o futebol. Nas aulas os alunos aprendem os fundamentos do esporte como passes, dribles,chutes e regras. O relacionamento social também é  desenvolvido, já que não existe separação de turma por sexo. Meninos e meninas treinam juntos independente da modalidade. "É necessário ensinar respeito uns com os outros, pois algumas crianças chegam aqui com dificuldade de apredizado e outras acima do peso ideal", explica Edímilson.
Durante  as atividades serão feitas reuniões com os pais para acompanhar o desenvolvimento dos alunos. Nas aulas os acesso a todo material (uniformes e alimentção) é gratuito. As aulas acontecem quarta  e sexta em dois horários, das 9h às 11h e das 14h às 16h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Alimentos ficam mais caros em todo o Estado

 Nos supermercados, o preço dos legumes subiu 21,52%, das verduras, 3,95% e dos tubérculos, 9,12% em março em relação ao mês anterior


Hamilton Trindade e Lukas Kenji

Ter uma alimentação saudável ficou mais caro em todo o Estado de São Paulo neste ano. Nos supermercados, o preço dos legumes subiu 21,52%, das verduras, 3,95% e dos tubérculos, 9,12% em março em relação ao mês anterior. Já nas feiras, no mesmo período, as altas foram de 13,50% no valor dos legumes, 0,26% no das frutas e 5,50% no dos tubérculos.
                                                  Alimentos ficam mais caros em todo o Estado
Os números são da pesquisa realizada pela Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) em conjunto com a Fipe (Federação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Para a secretária Magali Alves Feitosa, 35, o valor dos produtos já começou a pesar no bolso. “Acho um absurdo. No começo da feira, o quilo do tomate está R$ 8, depois baixa para R$ 5, mesmo assim continua caro”.

Já a artesã Mara Cristina Penha Dessié, 53, reclamou do preço da laranja. “Não dá para acreditar que a dúzia da laranja esteja R$ 6. Depois o governo fala que não existe inflação. Então como os preços aumentam tanto e não há um controle?”.

Segundo a assessora econômica da Fecomercio, Júlia Ximenes, existem muitas razões para explicar o aumento no preço dosalimentos. “O crescimento do volume exportado, o excesso de seca nos pastos por conta da estiagem que compromete a engorda dos animais, o aumento nos preços dos insumos utilizados como ração animal e a alta da renda dos consumidores que passaram a consumir mais estes bens são alguns fatores”. Júlia diz ainda que questões climáticas também influenciaram neste aumento. “O comportamento era esperado tendo em vista as fortes chuvas que ocorreram em regiões produtoras e por conta do tempo necessário para que as safras sejam recuperadas em sua totalidade”.

Alguns alimentos se destacaram entre os que tiveram maior inflação. Só em janeiro, o tomate, por exemplo, aumentou 23,58% nas feiras e pesou mais ainda nos supermercados, chegando a 35,70%. O valor da alface também subiu e ficou 14,70% mais caro nas feiras livres. Esses números são todos referentes à pesquisa, mas quem trabalha diretamente com esses alimentos, os feirantes, também destacam outros produtos.
“A cenoura teve um aumento de 50%. Essa alta pode continuar por quase dois meses, só diminuindo quando acabar o período de chuvas que afetam as lavouras”, afirmou Sandra Yumi Shimizu, 40, proprietária de uma banca de legumes há 20 anos em São Bernardo. Os produtos comercializados são adquiridos na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) e não há uma negociação. “Quando chegamos para a compra é que sabemos do aumento no valor das mercadorias e isso é repassado diretamente para o bolso do consumidor”, falou a feirante.

Há uma diferença entre os preços repassados aos supermercados com relação aos açougues e feiras livres. A explicação, segundo a assessora econômica da Fecomercio, é que algumas redes de supermercados fazem aquisições em grande escala, permitindo negociar valores mais vantajosos, ao contrário dos açougues e feiras que, por ter porte menor, adquirem menos produtos, só que por preços mais altos.

Se o valor dos alimentos necessários para se ter uma alimentação saudável aumentou, o preço das carnes bovina, suína e de aves abaixou. Nos supermercados, no início do ano, elas tiveram baixas de 1,79%, 1,98% e 1,53%, respectivamente. Para se ter uma ideia, o filé mignon pode ser encontrado nos supermercados quase 22% mais barato. Nos açougues, após seis meses seguidos de altas, houve uma queda de 0,34% nos preços em geral.

O frango, que já foi usado para substituir a carne nas refeições, pode sofrer um aumento nos próximos meses. Isso porque o Japão, maior comprador do produto, sofre com a falta de recursos após o terremoto. “A exportação pode aumentar o valor do produto no Brasil. Mas isso é só uma previsão, não existe nada certo ainda”, falou Paula Furtado, 38, comerciante de aves no Mercado Municipal do Rudge Ramos.

A substituição de alimentos por produtos mais baratos (leia quadro ao lado) e a pesquisa de preços são alternativas para driblar a alta na alimentação. “Não acredito em oferta. Verifico tudo e encontro valores 100% mais baratos de um lugar para o outro. Além disso, deixo de comprar produtos que estão muito caros, como pêssego e ameixa, por exemplo”, contou Mara.

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Como é feita uma pesquisa de preços de alimentos


No ABC, é realizada uma pesquisa semelhante ao IPV desenvolvido pela Fecomercio/Fipe. É o estudo IPC/USCS, Índice de Preço ao Consumidor, desenvolvida pelo INPES (Instituto de Pesquisa da Universidade de São Caetano do Sul). Mensalmente, os dados são recolhidos nas cidades de Santo André, São Bernardo e São Caetano e medem os valores não só de alimentos, mas também de outros 20 setores comerciais, como vestuário, transportes, decoração, entre outros.

Segundo Lúcio Flávio Dantas, técnico de pesquisas da USCS, o estudo começa com uma pré-pesquisa, no caso uma POF (Pesquisa de Orçamento Familiar). Nessa etapa, é feito um acompanhamento com quatro famílias da região com renda mensal de dois a 14 salários mínimos, a fim de se traçar um comportamento orçamental.

“Essa pesquisa é um esqueleto para uma análise de preços. A partir daí obtemos o peso que cada produto tem em uma família de mesma faixa salarial. Por exemplo, a gente vai observar quanto uma família tira de seu orçamento para comprar açúcar e traça um parâmetro para ver o preço de outros setores”.

Essa etapa dura 12 meses. Os técnicos vão de casa em casa para escolher a família que se adéqua ao perfil. Depois, há um sorteio de que residência será acompanhada. Explicado o projeto aos membros da família, é passada uma planilha na qual todos os gastos são anotados. Esses dados são recolhidos mensalmente pelo pessoal do INPES.
Feita a pesquisa com o consumidor, começa a análise dos estabelecimentos comerciais. “Nós fazemos a pesquisa mensalmente e levantamos em torno de 70 mil preços. Coletamos esses valores e colocamos em um programa de computador para fazermos painéis constando os números para comparações posteriores”, explicou Dantas.
Esse levantamento é feito em supermercados, padarias, casas de material de construção, postos de gasolina 
e demaisestabelecimentos que compõem os 21 setores analisados — todos localizados em São Bernardo, Santo André e São Caetano.
Ainda de acordo com Dantas, a coleta deve ser feita sempre no mesmo período de referência. “Nós vamos no supermercado X na semana 1, e retornamos ao mesmo supermercado na primeira semana do mês seguinte, ou seja, sempre no mesmo período. Comparamos os preços aferidos e temos o resultado. E isso serve para todos os produtos, todos os serviços e em todos os locais pesquisados.
No momento, o IPC/USCS foi interrompido para ser reformulado. Segundo o técnico de pesquisas da universidade, o estudo precisa se “atualizar por questões técnicas, e a pesquisa de orçamento precisa ser refeita. Não só para melhorá-la, mas também para adequá-la a essa realidade em que vivemos hoje. Com o advento do computador de uma forma mais presente na vida do cidadão, nós tivemos uma mudança na forma como as pessoas consomem”.       
O pesquisador acredita que todas as pesquisas medidoras de preços também deveriam ser reformuladas, a fim de se traçar um perfil mais preciso do atual comportamento de gastos de uma família.
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*Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo


sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Inquisição mental da Igreja Católica


Como era de se esperar algumas igrejas se manifestaram contra a decisão do STF (Superior Tribunal Federal) de reconhecer a relação homo afetiva.  “o direito de duas pessoas que conviveram e constituíram patrimônio, herdar, eu penso que é consenso, mas não se deve chamar a essa união casamento”, declara Dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo católico de Nova Friburgo.  O que o Bispo e sua instituição estão fazendo é uma nova inquisição, a diferença é que desta vez não tem fogueira. 

Não existe fogueira,  a tortura agora é psicológica.

                          
A Inquisição foi um movimento criado para combater o que era heresia segundo a Igreja Católica Romana.  Essa Inquisição, ou Santo Ofício, existiu de 1542 a 1965. Com isso os católicos passaram a perseguir todos aqueles que não seguissem a fé cristã de acordo com seus preceitos.  Foram perseguidos adeptos de outras religiões, inclusive Judeus, com a desculpa que foram eles os responsáveis por matar Jesus. Pessoas de outras raças também forma torturadas e queimadas. Até mesmo pessoas de aparência ruiva foram mortas confundidas com bruxos e feiticeiros.  Até hoje não se tem idéia de quantas pessoas a Igreja do Papa Bento 16 matou.

Desta vez os “bruxos” são os gays.  A homossexualidade é tão normal como a heterossexual.   Mas para o conceito cristão católico não.  Há alguns anos, os bispos do Vaticano relacionaram a pedofília, que é uma doença, a Homossexualidade. Se manifestam sempre que os direitos gays entram em pauta.  A pressão ocorre, gerando dentro da sociedade intolerância e muitas vezes a agressão física.

O mais incrível é que eles não percebem isso. Em uma Igreja que deveria pregar o Amor e o Perdão, mais uma vez eles são coniventes com crimes contra os seres humanos e sujam novamente suas mãos de sangue inocente, como na inquisição. Deixe sua opinião.

 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Que nota você daria as jogadoras da Final da Super Liga de vôlei?


Assisti a final da Super Liga Feminina de Vôlei me decepcionei com algumas jogadoras principalmente do lado do Sollys/Osasco.  Resolvi dá nota para o desempenho delas. Quem ler esse post faça o mesmo. 

Unilever/ Rio de Janeiro   
                  
                                                         Dani Lins:       9.0


                         Soube distribuir as bolas e usar bem as atacantes, poucos erros.

Sheyla:          10.00, Perfeita no ataque, defesa, saque.

Mari:              7.00, Melhorou o passe e atacou bem

Regiane:        6.00, Não comprometeu e passou bem. 

Juciely:          9.00, Revelação. Bem no bloqueio e no ataque.

Waleskinha:   6.00, Equilibrou bem o passe e o bloqueio. Parava na Thaísa. 

Fabi:              8.00, Bem na defesa e cobriu bem a Mari e a Regiane. Deveria ter o mesmo desempenhou no Mundial

Sollys/Osasco


Carol              4.00,  Nunca foi e nunca vai ser uma boa levantadora

Natália           5.00, Não assumiu a responsabilidade de quem deve receber mais bolas. 

Jaqueline      7.00 , Teve dificuldade no ataque, mas equilibrou bem o passe e fez defesas espetaculares. Não merece ter a Carol como levantadora.

Sassá            7.50, Bem no ataque. 

Thaísa           9.00, Foi a melhor em quadra pelo Osasco. Mas mão decidiu.

Adenisia        6.00, Só apareceu no 3º set. Gritou mais que jogou.

Camila           6.00, Fez o que pode.

Deixe a sua opinião: