sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Inquisição mental da Igreja Católica


Como era de se esperar algumas igrejas se manifestaram contra a decisão do STF (Superior Tribunal Federal) de reconhecer a relação homo afetiva.  “o direito de duas pessoas que conviveram e constituíram patrimônio, herdar, eu penso que é consenso, mas não se deve chamar a essa união casamento”, declara Dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo católico de Nova Friburgo.  O que o Bispo e sua instituição estão fazendo é uma nova inquisição, a diferença é que desta vez não tem fogueira. 

Não existe fogueira,  a tortura agora é psicológica.

                          
A Inquisição foi um movimento criado para combater o que era heresia segundo a Igreja Católica Romana.  Essa Inquisição, ou Santo Ofício, existiu de 1542 a 1965. Com isso os católicos passaram a perseguir todos aqueles que não seguissem a fé cristã de acordo com seus preceitos.  Foram perseguidos adeptos de outras religiões, inclusive Judeus, com a desculpa que foram eles os responsáveis por matar Jesus. Pessoas de outras raças também forma torturadas e queimadas. Até mesmo pessoas de aparência ruiva foram mortas confundidas com bruxos e feiticeiros.  Até hoje não se tem idéia de quantas pessoas a Igreja do Papa Bento 16 matou.

Desta vez os “bruxos” são os gays.  A homossexualidade é tão normal como a heterossexual.   Mas para o conceito cristão católico não.  Há alguns anos, os bispos do Vaticano relacionaram a pedofília, que é uma doença, a Homossexualidade. Se manifestam sempre que os direitos gays entram em pauta.  A pressão ocorre, gerando dentro da sociedade intolerância e muitas vezes a agressão física.

O mais incrível é que eles não percebem isso. Em uma Igreja que deveria pregar o Amor e o Perdão, mais uma vez eles são coniventes com crimes contra os seres humanos e sujam novamente suas mãos de sangue inocente, como na inquisição. Deixe sua opinião.

 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Que nota você daria as jogadoras da Final da Super Liga de vôlei?


Assisti a final da Super Liga Feminina de Vôlei me decepcionei com algumas jogadoras principalmente do lado do Sollys/Osasco.  Resolvi dá nota para o desempenho delas. Quem ler esse post faça o mesmo. 

Unilever/ Rio de Janeiro   
                  
                                                         Dani Lins:       9.0


                         Soube distribuir as bolas e usar bem as atacantes, poucos erros.

Sheyla:          10.00, Perfeita no ataque, defesa, saque.

Mari:              7.00, Melhorou o passe e atacou bem

Regiane:        6.00, Não comprometeu e passou bem. 

Juciely:          9.00, Revelação. Bem no bloqueio e no ataque.

Waleskinha:   6.00, Equilibrou bem o passe e o bloqueio. Parava na Thaísa. 

Fabi:              8.00, Bem na defesa e cobriu bem a Mari e a Regiane. Deveria ter o mesmo desempenhou no Mundial

Sollys/Osasco


Carol              4.00,  Nunca foi e nunca vai ser uma boa levantadora

Natália           5.00, Não assumiu a responsabilidade de quem deve receber mais bolas. 

Jaqueline      7.00 , Teve dificuldade no ataque, mas equilibrou bem o passe e fez defesas espetaculares. Não merece ter a Carol como levantadora.

Sassá            7.50, Bem no ataque. 

Thaísa           9.00, Foi a melhor em quadra pelo Osasco. Mas mão decidiu.

Adenisia        6.00, Só apareceu no 3º set. Gritou mais que jogou.

Camila           6.00, Fez o que pode.

Deixe a sua opinião:

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Dani Lins supera Fabíola e mostra quem merece ser titular na Seleção


Dani Lins sacando para a equipe da Unilever/Rio de Janeiro

Deu à lógica e a Unilever/Rio de Janeiro atropelou o Pinheiros/Mackenzie por 3 x 0 na primeira partida das semifinais da Super Liga de Vôlei Feminino.  Mas, um detalhe chamou a atenção dos amantes do Vôlei: O desempenho das levantadoras.
Dani Lins, da Unilever e Fabíola, do Pinheiros são as levantadoras da seleção e brigam pela titularidade da posição. No jogo de sexta (08.04) ficou claro quem deve ser a titular em 2011.  Em um jogo que vale vaga na final Fabíola foi de mal a pior, dando lugar a jogadora reserva Karine, que entrou e melhorou o jogo da equipe paulista. Em 2010, Fabíola terminou o ano comandando a Seleção no vice campeonato Mundial, mas seu desempenho este ano não merece nem a convocação.
Para voltar a ser titular da Seleção Brasileira Dani Lins conta com o apoio das companheiras. Colega da equipe do Rio, a atacante Mari deu entrevista para o Portal G1 e falou da amiga, “A Dani sabe que é uma jogadora excepcional técnica e fisicamente. A gente compara a técnica dela à da Fernanda Venturini, sendo que ela tem uma força que a Fernanda não tinha. O que não a deixa ser a melhor do mundo é a parte psicológica.”.
Talvez, a parte psicológica seja o maior problema de Dani Lins. Muitos jogos ao receber uma reclamação do técnico José Roberto Guimarães, ela não volta tão concentrada para a partida como antes. As comparações entre as duas são inevitáveis, mas nisso Dani também sai ganhando.  . Nas estatísticas da Super Liga 2010/2011 Dani Lins está em primeiro lugar no levantamento e na defesa, enquanto Fabíola aparece na sétima posição e não consta no ranking de defesa.
Dani, mas uma vez levará sua equipe a final do campeonato e sem sombras de dúvida é a grande levantadora da temporada. Esperamos que seu rendimento na Seleção seja o mesmo do Clube.  Deixe sua opinião.

terça-feira, 22 de março de 2011

Levantadora Fofão concede entrevista exclusiva ao Blog

Fofão com a medalha de Ouro no peito


A campeã olímpica Fofão me concedeu uma entrevista exclusiva antes do final da Superliga 2009/2010. Na conversa a única exigência da levantadora foi de não falarmos de Fernanda Venturini. Mas não me segurei  e perguntei se Fernanda deu parabéns pela conquista do ouro em Pequim? Fofão riu e repondeu rápido: "Não"!. Vou tentar achar o CD com a fotos da entrevista e posto em breve.  Veja os princpais trechos do bate papo.

Hamilton- Como o voleibol entrou em sua vida?

Fofão-Eu não escolhi, o voleibol que me escolheu. Sempre gostei de todo tipo de esporte, a primeira oportunidade que tive de fazer um teste foi de vôlei, eu fui e passei. Foi o primeiro teste da minha vida.

Hamilton-Você começou como atacante e virou levantadora. Como foi o processo de adaptação?

Fofão-A adaptação foi muito difícil, passei a ser de uma posição que eu não sabia. Não queria ser levantadora, mas o Zé Roberto (treinador) começou a me ensinar, e a partir daí, comecei a entender e a gostar.

Hamilton- É complicado assumir a responsabilidade de ser a capitã de todos os times que joga?

Fofão- É uma responsabilidade muito grande, gostaria de ficar mais tranquila. A capitã têm que ser o exemplo, tem que ter postura dentro e fora da quadra. Ás vezes, quero relaxar um pouco mais,  mas já estou acostumada com isso.

Hamilton- Como você concilia o seu casamento com a agenda de viagens?

Fofão-No começo foi difícil, quando casei falei para meu marido que minha prioridade é minha vida profissional. Optei por não ter filho e ele entendeu.

Hamilton-Você já teve problemas com algum time?

Fofão-Quando joguei no Minas, toda semana tínhamos reunião, existia conflito entre jogadoras e técnico. Era algo muito chato que desgastava e eu não rendia nada em quadra. Tinha dia que chegava e nem 'bom dia' eu recebia.

Hamilton- A derrota em 2004, quando a Rússia virou o placar de 24x19 foi a motivação para o ouro nas Olimpíadas de Pequim, em 2008?

Fofão-Nem todas as jogadoras viveram aquela situação, mas quem estava naquele jogo carregou isso por quatro anos. Foi uma cobrança muito pesada em cima do vôlei feminino, estavam querendo criar uma imagem que não era justa, foi o que nos motivou.

Hamilton- A posição de levantadora está sendo alternada entre a Ana Tiemi e Dani Lins. Na Superliga passada, você declarou que a Dani era a mais preparada para substituí-la. Ainda mantém a mesma opinião?

Fofão-Temos que ver dentro da lógica, a Dani estava em uma grande equipe, vivendo um bom momento se destacando. Mas como sempre falo, seleção é uma coisa, clube é outra. Manter-se no nível de seleção é difícil, sei que para ela (Dani) é mais difícil porque pegou uma equipe montada. Muitas pessoas ficam a comparando comigo, mas o que ela precisa é de um pouco mais de confiança e para mim é a titular.

Hamilton- Você não estará no mundial este ano?

Fofão-Já encerrei mesmo, meu ciclo na seleção fechou.

Hamilton- Pela Superliga, o Blausiegel/ São Caetano teve algumas derrotas inesperadas e uma delas para o Minas. Vocês se enfrentarão novamente, quem vence agora?

Fofão-Jogamos bem abaixo do esperado contra o Minas e temos consciência disso. A apresentação que tivemos em Belo Horizonte não vai se repetir, mas sabemos que o Minas é uma grande equipe que está crescendo e vai ser um dos cruzamentos mais complicados.

Hamilton- Qual a seleção ideal hoje?

Fofão- A das Olimpíadas, com a Mari e a Paula na ponta, Walewska e Fabizona no meio e Sheyla na saída.